- O free é permanente, não é trial: 1.000 créditos/mês que renovam todo mês.
- O que trava no free são os limites de estrutura: só 2 cenários ativos e 15 min de intervalo mínimo.
- Em agosto de 2025 o Make trocou 'operações' por 'créditos' — cada ação de módulo consome 1 crédito.
- Core custa US$ 9/mês (anual) com 10.000 créditos, cenários ilimitados e intervalo de 1 minuto.
- Recursos de IA e execução de código consomem mais de 1 crédito por rodada — planeje o consumo.
Comece pelo free para entender o consumo real
Crie a conta gratuita e monte um cenário simples de verdade — por exemplo, novo formulário respondido vira linha na planilha. Deixe rodar uma semana e olhe quantos créditos cada execução gasta. É a única forma honesta de estimar de qual plano você vai precisar depois.
Some quantos cenários você precisa manter ligados
O limite mais comum de estourar não é o de créditos, é o de 2 cenários ativos. Se você tem um fluxo de leads, um de e-mail e um de estoque, já passou. Nesse caso o Core resolve, porque libera cenários ilimitados.
Verifique se 15 minutos de espera é aceitável
No free, o cenário só dispara de 15 em 15 minutos no modo agendado. Para relatório diário, tudo bem. Para responder um lead de WhatsApp na hora, não serve — aí o intervalo de 1 minuto do Core (ou o gatilho instantâneo via webhook) faz diferença.
Estime o volume mensal antes de assinar
Multiplique as execuções por mês pelos créditos que cada uma gasta. Se passar dos 1.000, calcule contra os 10.000 do Core. Lembre que módulos de IA e código pesam mais — um cenário que parecia leve pode queimar crédito rápido.
Escolha o plano pela estrutura, não pela vaidade
A maioria das pequenas empresas fica bem no Core. O Pro só compensa se você precisa do Data Store (o banco de dados interno do Make), de mais transferência de dados ou de execução prioritária. Não pague por Pro sem usar esses três recursos.
O plano gratuito do Make é permanente?
É. O free do Make não é um teste de 14 dias que expira — ele renova 1.000 créditos todo mês, indefinidamente. Dá para deixar automações rodando de graça por tempo indeterminado, desde que você respeite os limites de estrutura.
Na prática, o free serve para dois públicos: quem está aprendendo a ferramenta e quer testar sem cartão, e quem tem uma ou duas automações leves e de baixa frequência. Passou disso, o teto aparece rápido.
O que trava no plano gratuito
O que empurra a maioria das pessoas para o pago quase nunca é o número de créditos — são os limites de estrutura. São três, e vale conhecer cada um antes de decidir:
- Apenas 2 cenários ativos ao mesmo tempo. Um terceiro fluxo já obriga a fazer upgrade.
- Intervalo mínimo de 15 minutos entre execuções agendadas. Nada de automação em tempo real por agendamento.
- 1.000 créditos por mês. Cada ação de módulo (adicionar linha, enviar e-mail, buscar dado) gasta 1 crédito — e recursos de IA gastam mais.
Créditos, não operações: o que mudou em 2025
Se você leu tutoriais antigos falando em 'operações', saiba que o nome mudou. Em 27 de agosto de 2025 o Make substituiu 'operações' por 'créditos'. Para módulos comuns a conta é a mesma: uma ação, um crédito.
A diferença aparece nos recursos mais pesados. Módulos de IA e execução de código podem consumir mais de um crédito por rodada. Por isso o cenário que você imaginou 'leve' às vezes queima crédito mais rápido do que o esperado — vale medir no free antes de dimensionar o plano.
Quanto custam os planos pagos em 2026
O Make cobra em dólar e dá desconto no pagamento anual. Os valores abaixo são os de referência publicados para 2026 — no ciclo mensal os preços ficam um pouco mais altos. Como a cobrança é em dólar, o valor final em reais depende da cotação e do IOF do seu cartão.
| Plano | Preço (anual) | Créditos/mês | Cenários ativos | Intervalo mínimo |
|---|---|---|---|---|
| Free | US$ 0 | 1.000 | 2 | 15 min |
| Core | US$ 9/mês | 10.000 | Ilimitados | 1 min |
| Pro | US$ 16/mês | 10.000+ | Ilimitados | 1 min |
| Teams | US$ 29/mês | 10.000+ | Ilimitados | 1 min |
| Enterprise | Sob consulta | Personalizado | Ilimitados | 1 min |
Free, Core ou Pro: qual escolher
A regra simples: fique no free enquanto tiver no máximo dois fluxos e tolerar 15 minutos de espera. Assim que precisar de um terceiro cenário ou de execução mais rápida, o Core a partir de US$ 9/mês costuma resolver — é o degrau que atende a maioria das pequenas empresas e freelancers.
O Pro entra em cena por três motivos específicos: acesso ao Data Store (o banco de dados chave-valor embutido no Make), limites maiores de transferência de dados e execução prioritária. Se você não usa nenhum dos três, o Core entrega o mesmo na prática. E se o comparativo real for contra outra ferramenta, veja como o preço do Make se posiciona frente ao Zapier antes de fechar.
Perguntas frequentes
O plano gratuito do Make expira?
Quantas automações consigo rodar de graça no Make?
O que é um crédito no Make?
Vale a pena pagar o Pro em vez do Core?
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